sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015


Por que preservar a Mata Atlântica?


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A Mata Atlântica é uma das regiões mais ricas do mundo em biodiversidade e hoje é considerada um dos biomas mais ameaçados do planeta, contando com apenas 8,5% de suas florestas originais.
A vasta maioria dos animais e plantas ameaçada de extinção do Brasil são formas representadas nesse bioma, e das sete espécies brasileiras consideradas extintas em tempos recentes, todas se encontravam distribuídas na Mata Atlântica, além de outras exterminadas localmente. A maior parte das nações indígenas que habitava a região por ocasião da colonização já foi dizimada, sendo que as remanescentes subsistem em situação precária, em terras progressivamente ameaçadas por interesses diversos. A Mata Atlântica significa também abrigo para várias populações tradicionais e garantia de abastecimento de água para mais de 100 milhões de pessoas. Parte significativa de seus remanescentes está hoje localizada em encostas de grande declividade. Sua proteção é a maior garantia para a estabilidade geológica dessas áreas, evitando assim as grandes catástrofes que já ocorreram onde a floresta foi suprimida, com consequências econômicas e sociais extremamente graves. Esta região abriga ainda belíssimas paisagens, cuja proteção é essencial ao desenvolvimento do ecoturismo, uma das atividades econômicas que mais crescem no mundo.
A região da Mata Atlântica significa para o Brasil o lar de cerca de 60% da população brasileira de acordo com o IBGE (2010). E entre os principais motivos para sua preservação podemos citar alguns como:
  • Regula o fluxo dos mananciais hídricos;
  • Assegura a fertilidade do solo da região;
  • Suas paisagens oferecem belezas cênicas;
  • Controla o equilíbrio climático;
  • Protege escarpas e encostas das serras;
  • Fonte de alimentos e plantas medicinais;
  • Lazer, ecoturismo, geração de renda e qualidade de vida;
  • E além claro, de preservar um patrimônio histórico e cultural imenso.
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Como Preservar a Mata Atlântica?
Nós também podemos ajudar a preservar a Mata Atlântica:
  • Compre produtos artesanais de comunidades indígenas, valorizando nossa cultura;
  • Não jogue lixo na natureza;
  • Não compre plantas nativas da Mata Atlântica extraídas ilegalmente;
  • Compre apenas produtos feitos de madeira certificada;
  • Compre apenas palmito cultivado e registrado pelo Ibama ou órgãos devidamente responsáveis;
  • Não compre imóveis dentro de áreas protegidas;
  • Valorize empresas que respeitam o meio ambiente;
  • Não compre animais silvestres;
  • Denuncie o comércio ilegal de animais silvestres e seu aprisionamento;
  • Evite o consumismo excessivo e desnecessário;
  • Compartilhe esse artigo e faça parte da Preservação da Mata Atlântica!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Geografia e biodiversidade do Acremapa

O que/onde é o Acre

  • Estado mais ocidental do Brasil
  • Países vizinhos: Peru e Bolívia
  • Estados vizinhos: Amazonas e Rondônia
  • Habitantes: 483.489 (1996)
  • Tamanho: ca. 153.000 km2
  • Capital: Rio Branco com 228.907 habitantes (1996)
O Acre é situado inteiramente na bacia Amazônica. 93% do território é coberto com Floresta Pluvial. O Acre é dividido em duas regiões geográficas que são as áreas de drenagem dos rios Juruá e Purus. Os rios do Acre são rios do tipo chamado de águas brancas e tem (contrastando com os rios de águas claras e os de águas pretas) água turva, barrenta e rica em minerais. Devido a esta qualidade de água e ás regulares enchentes o solo nos barrancos é bastante fértil.Rain ForestApesar da extensão ameaçadora do desflorestamento, a biodiversidade da bacia amazônica e do Acre ainda é imensa , com suas árvores gigantes como por exemplo a Sumaúma, que alcança até 50m de altura, as trepadeiras e os cipós, os arbustos, as palmeiras, as anêmonas Vitoria Regia, com até 1,80m de diâmetro; tem a castanha do Brasil, a Copaíba, várias frutas como Açai, Graviola e Cupuaçu; milhares de espécies de insetos de peixes, papagaios, araras e pássaros, que dão juntos com os grilos aquela acústica única á floresta pluvial; os jacarés, as sucuris, jibóias e arraias, as tartarugas terrestres e aquáticas; as antas, os macacos, as onças pintadas, pardas e pretas...

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Bioma Amazônico


Bioma Amazônico
Este bioma chega ocupar uma área de 4.196.943 Km², que corresponde mais de 40% do território nacional e é constituída principalmente por uma floresta tropical. A Amazônia passa pelos territórios do Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Roraima, e parte do território do Maranhão, Mato Grosso, Rondônia e Tocantins. A Amazônia é formada por distintos ecossistemas como florestas densas de terra firme, florestas estacionais, florestas de igapó, campos alagados, várzeas, savanas, refúgios montanhosos e formações pioneiras.

Mesmo sendo o nosso bioma mais preservado, cerca de 16% de sua área já foi devastada, o que equivale a duas vezes e meia a área do estado de São Paulo.

O desmatamento, as queimadas, a garimpagem, o agropastoreio e a biopirataria representam os principais problemas ambientais enfrentados pelo bioma amazônico. O conjunto formado por essas ações devastadoras é responsável por graves mudanças climáticas em todo o planeta, como o aquecimento global.

Amazônia é considerada  um grande “resfriador” atmosférico e como maior abrigo da biodiversidade do mundo, algumas  pesquisas indicam que na Amazônia existem cerca de trinta milhões de espécies animais.
  
Fauna

LEIA A PUBLICAÇÃO COMPLETA:

http://www.ibflorestas.org.br/bioma-amazonico.html?gclid=CjwKEAiAgfymBRCEhpTR8NXpx1USJAAV0dQykl35Tg3IrBgzExoORAykk0P9gWOPLPulsO3jh9bfMRoCmN3w_wcB
 



sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Governadores eleitos tomam posse em 26 Estados

1/1/2015 15:13
Por Redação, com ABr - de Brasília

Rodrigo Rollemberg
Rodrigo Rollemberg toma posso no Palácio do Buriti

Os governadores eleitos nos 26 estados da federação e no Distrito Federal serão empossados nesta quinta-feira. A cerimônia, contudo, deve significar a continuidade de gestões, na maior parte das unidades. Do total, 16 governadores foram reeleitos e 11 receberão de outro político a faixa governamental.
A primeira cerimônia foi feita no Acre. O governador eleito Tião Viana (PT) foi empossado à 0h do primeiro dia do ano. Nesta manhã, ele seguiu para Brasília, a fim de acompanhar a posse da presidenta Dilma Rousseff. A maior parte das solenidades foi feita ainda pela manhã, mas, mesmo à noite, ainda há posses agendadas.
Embora as solenidades sejam semelhantes – ida às Assembleias Legislativas e apresentação de discursos formais – há diferenças significativas entre os ritos. Enquanto em Minas Gerais a posse do governador eleito Fernando Pimentel (PT) conta com a direção do cineasta mineiro Helvécio Ratton, a do novo governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) será mais simples, dada a crise financeira que atinge a capital federal.
Quanto ao gênero, apenas uma mulher figura entre os eleitos. Suely Campos (PP) foi eleita governadora de Roraima no segundo turno, após disputar as eleições com o atual governador Chico Rodrigues (PSB). Na legislatura passada, eram duas mulheres no comando de Executivos estudais dos estados: Roseana Sarney (PMDB), no Maranhão, e Rosalba Ciarlini (DEM), no Rio Grande do Norte.
Já o partido com o maior número de governadores é o PMDB. Foram sete ao todo. O partido elegeu Luiz Pezão (RJ), Confúcio Moura (RO), Jackson Barreto (SE), Renan Filho (AL), Paulo Hartung (ES), Ivo Sartori (RS) e Marcelo Miranda (TO).
Na sequência, PT e PSDB estão empatados com cinco governadores cada. Do PT: Camilo Santana (CE), Fernando Pimentel (MG), Wellington Dias (PI), Tião Viana (AC) e Rui Costa (BA). Do PSDB: Reinaldo Azambuja (MS), Marconi Perillo (GO), Simão Jatene (PA), Beto Richa (PR) e Geraldo Alckmin (SP).
O PSB elegeu três candidatos: Ricardo Coutinho (PB), Rodrigo Rollemberg (DF) e Paulo Câmara (PE). Dois partidos têm dois governadores cada. O PSD, que elegeu Robinson Faria (RN) e Raimundo Colombo (SC), e o PDT, que elegeu Waldez Góes (AP) e Pedro Taques (MG). Já PP, PCdoB e PROS elegeram um governador cada. São eles Suely Campos (PP-RR), Flávio Dino (PCdoB-MA) e José Melo (PROS-AM) respectivamente.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

MARINA VAI DEIXAR O PSB

Marina Silva vai deixar o PSB. Caso tivesse sido eleita presidente a ex-ministra poderia continuar no Partido Socialista, mas com a derrota irá tratar de tentar construir a Rede de Sustentabilidade. A gota d´água para apressar a saída da líder política do time de Eduardo Campos é a escolha do pernambucano Carlos Siqueira (foto) para presidir a legenda.

Carlos era ligadíssimo ao ex-governador de Pernambuco e brigou com Marina ainda no começo do primeiro turno. “Não quero conversa com esta senhora”, disse ele na ocasião. Agora dá a volta por cima e obriga a candidata derrotada a mudar de partido outra vez.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Candidatos não vão a encontro de presidenciáveis da SBPC no AC

Apenas Marina Silva, vice de Eduardo Campos (PSB), esteve no evento.
Marina defende uma parceria maior entre o governo e cientistas.

Caio Fulgêncio Do G1 AC
Marina Silva no Acre  (Foto: Caio Fulgêncio/G1)Marina Silva, vice na chapa com Eduardo Campos (PSB) foi a única a participar do encontro dos presidenciáveis durante a SBPC 2014, realizada no Acre (Foto: Caio Fulgêncio/G1)
Somente a candidata Marina Silva, vice na chapa com Eduardo Campos (PSB), participou do encontro com presidenciáveis, realizado nesta quinta-feira (24) durante a 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre no Acre até o domingo (27). Campos cancelou a presença ao evento, devido ao falecimento do escritor Ariano Suassuna. De acordo com a coordenação do evento, o candidato Aécio Neves (PSDB) informou que não iria participar devido a problemas com a agenda. Já a presidente Dilma Rousseff (PT) não chegou a responder ao convite.
Na ocasião, Marina falou da importância do debate ocorrer na Amazônia, devido à importância da região na biodiversidade do planeta e na quantidade dos recursos hídricos. Sabatinada por vários pesquisadores no local, a candidata defendeu a parceria entre o governo e a comunidade científica.
"Temos que entender que a ciência, tecnologia e inovação são fundamentais para o desenvolvimento de toda e qualquer sociedade. Sem ciência, fica difícil fazer jus a grandes vantagens comparativas que o Brasil tem. Para isso, é preciso investimento adequado com recursos e formação na educação das pessoas", disse.
Marina defendeu que essa parceria deve ser maior, e que isso está sendo levado em consideração em seu plano de governo com Eduardo Campos. "Nós queremos ouvir a comunidade científica, não para legitimar aquilo que se decidiu, mas para que de fato possa interferir nos processos que estão em curso na gestão pública", falou.
Durante o debate, a candidata foi sabatinada pelo público sobre outros assuntos pertinentes como saúde, educação e meio ambiente. Em relação ao financiamento das pesquisas científicas, a candidata afirmou que as discussões da porcentagem destinada para a área ainda está sendo definida.
"A discussão que estamos fazendo no plano de governo é que os recursos para pesquisas não devem ser contingenciados. Ainda não fechamos essa questão, porque tem toda uma delicadeza do ponto de vista legal para não comprometer o orçamento com percentuais que ficam amarrados. Mas, existe o compromisso de ampliar esses recursos", acrescentou.
Comunidade acadêmica, pesquisadores no encontro com presidenciáveis SBPC (Foto: Caio Fulgêncio/G1)Comunidade acadêmica, pesquisadores no encontro com presidenciáveis na 66ª SBPC (Foto: Caio Fulgêncio/G1)
A candidata defendeu também, a importância da discussão sobre o acesso da comunidade científica aos recursos do patrimônio genético do país. Ela falou ainda sobre a utilização de animais em pesquisas no país. "Em alguns casos é possível substituir essa pesquisa por outras alternativas, mas nos casos em que não é possível, é preciso observar os protocolos e requerimentos internacionais. Obviamente que não se pode deixar à mercê da própria sorte a proteção da vida dos animais, que são indefesos", apontou.
Marina recebeu da presidente da SBPC, Helena Nader, um documento contendo um panorama geral brasileiro sobre a ciência, tecnologia e inovação, falando da necessidade de uma revolução na educação, do desenvolvimento do setor industrial, da bioeconomia, conservação e uso sustentável dos biomas nacionais.
Helena defendeu ainda a necessidade de uma participação maior da comunidade científica no monitoramento da política que versa sobre a temática. "Apontamos a necessidade de uma participação real da comunidade científica no debate da política científica voltado para os recursos destinados para a ciência, tecnologia e inovação, e conhecimento da destinação desses recursos", acrescentou.

domingo, 27 de abril de 2014

Alckmin quer apoio federal para atender haitianos

Nas duas últimas semanas, cerca de 500 haitianos chegaram a São Paulo. A expectativa é de que o fluxo continue

por Agência Estado
 
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), quer o apoio do governo federal para atender os refugiados haitianos que estão chegando à capital paulista procedentes do Estado do Acre. Ele determinou à secretária de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania, Eloisa de Souza Arruda, que busque a interlocução com órgãos da União para fazer frente à nova demanda. "A secretária já está conversando com o governo da União para fazermos um trabalho articulado, como tem que ser feito."
A secretária havia reclamado do desembarque de haitianos na capital paulista com passagens pagas pelo governo do Acre. Ela chegou a ser acusada de preconceito pelo governador daquele Estado, Tião Viana (PT). Nas duas últimas semanas, cerca de 500 haitianos chegaram a São Paulo. A expectativa é de que o fluxo continue.
Em Itu, onde inaugurava uma agência do Poupatempo, o governador optou por minimizar o conflito e disse que a questão é humanitária e deve ser tratada com prioridade. "Mas não é um problema que pode ser resolvido de forma isolada."
Alckmin disse que, ao sair de casa pela manhã, recebeu informações de sua esposa, a presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado, Lu Alckmin, de que os haitianos já estavam melhor acomodados. "Estamos iniciando a capacitação do nosso pessoal, especialmente aqueles que falam o francês (língua falada no Haiti), para encaminhar essas pessoas para o mercado do trabalho."
A articulação com o governo, num primeiro momento, visa ao fornecimento da documentação necessária para que os haitianos que assim o desejem possam permanecer e trabalhar no Estado de São Paulo.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), quer o apoio do governo federal para atender os refugiados haitianos que estão chegando à capital paulista procedentes do Estado do Acre (Foto: Edson Lopes)
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), quer o apoio do governo federal para atender os refugiados haitianos que estão chegando à capital paulista procedentes do Estado do Acre (Foto: Edson Lopes)
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